domingo, 10 de outubro de 2010

ESFINGE



Numa rua que é um deserto
Vejo um leão perto
Pode ser Jorjão Paulão Luizão
Intuo-lhe o codinome
Pressinto a negra fome
Me sei presa
Finjo surpresa
Com cara de esfinge
Digo como quem finge
Te dou cifras
Tu me devoras!

Um comentário:

  1. Faz lembrar que a felicidade não nasce da perfeição, mas da coragem de transformar cada tropeço em sabedoria. É um lembrete suave de que a vida floresce justamente quando usamos as dificuldades como sementes para crescer.

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